sexta-feira, 18 de setembro de 2015


A FGX CONSULTORIA EXECUTA ESTA INSTALAÇÃO EM SUA CASA, GERANDO ENERGIA E AUTOMATIZANDO OS EQUIPAMENTOS DE USO DOMÉSTICO, MARQUE UMA VISITA DE NOSSOS REPRESENTANTES E VIVA NO FUTURO.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Transforme seu lixo orgânico em adubo. 

Processo continuo para grandes, médias e pequenas quantidades. Capacidades de 450Kg/dia até 54 t/dia de resíduos ! Maiores informações inbox...





sexta-feira, 18 de julho de 2014

[INDIA] Construirán la mayor planta de energía solar flotante del mundo.

Más información: http://goo.gl/S1w5TT



quinta-feira, 22 de maio de 2014

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Urimat mictório ecológico


A solução ecológica:
  • Sem Água
  • Sem Química
  • Sem Odor
Sem água, sem química, sem odor!
Economize por mictório acima de100,000 litros de água potável por ano.

Urimat

Sucesso através da inovação suíça
10 anos de experiência em mictórios que não utilizam água ou produtos químicos e ainda economizando centenas de milhares de litros de água por ano mundialmente. Com o Urimat, você economiza a valiosa água potável bem como os custos de manutenção. Sua moderna tecnologia de economia de água não pode ser descartada no setor comercial e sanitário.
A empresa URIMAT AG, localizada na Suíça, fornece soluções globais de tecnologia inovadora de economia de água e conceitos biológicos de limpeza. O mictório que não necessita de água nem de produtos químicos da URIMAT combina ecologia e economia em um moderno design.
Com soluções patenteadas de economia de água e tecnologia de comunicação, a URIMAT apresenta novos padrões para a indústria sanitária. As bacias URIMAT são feitas de um material de alta tecnologia (molde injetado de Policarbonato/Makrolon) e são produzidos num processo de CO² neutro. A superfície livre de poros previne o depósito e desenvolvimento de odores. O design único e o formato especial de sua bacia (patenteados) também reduz o respingo, o que leva à redução de degradação do meio ambiente. Uma bacia URIMAT pode economizar até 100,000 litros de água anualmente. Dependendo da região, estes montantes chegam a €450.-e €1,200.
O mictório Urimat sempre será mais econômico a um mictório convencional e é o único com um display de publicidade que serve como uma fonte de renda. Todos os mictórios convencionais podem ser facilmente substituídos por um mictório Urimat. Urimat foi testado e aprovado e se diferencia de outros mictórios por que funciona sem a utilização de produtos químicos e sem líquido de vedação.
A contínua busca por novas soluções para proteger o recurso da água tem sido valorizada nos últimos anos tendo sido reconhecida através de prêmios de meio ambiente internacionais.

Produto ecológico para uso em banheiros





Uma loja com Sustentabilidade





sexta-feira, 12 de abril de 2013

NOVO PRODUTO DA FGX

Estamos sempre procurando e divulgando novos prontos de Sustentabilidade, veja, confira e consulte como adquirir esta novidade:


segunda-feira, 4 de março de 2013

Telhas fotovoltaicas




Telhas fotovoltaicas na Itália: o telhado que produz energia e é esteticamente agradável

Após os painéis fotovoltaicos instalados no telhado ou no jardim, vêm as telhas fotovoltaicas: perfeitamente integrado na estrutura do edifício, eficiente e, acima de tudo bonito de ver. O problema estético é um dos fatores que até agora impediram a propagação da energia solar na Itália, um país cheio de antigas aldeias e cidades onde a instalação de painéis solares não é só feio, mas muitas vezes proibido por lei.

A telha solar permite contornar este inconveniente. Já no mercado por mais de um ano, o produto tem de fato aumentado e diversificado a fim de integrar melhor na paisagem.

Os azulejos são feitos de pequenos painéis solares para ser aplicado ao lado liso de cada ladrilho ou uma telha a partir do outro. A diferença de um telhado tradicional é perceptível, mas estamos longe do impacto estético de um telhado feito inteiramente por painéis solares. Além disso, a instalação requer uma reconstrução parcial do telhado e o custo pode ser muito elevado.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Petição por um Brasil de Energia Limpa !




Vamos construir um país mais consciente, inteligente e sustentável?

Esta petição é para que o governo financie equipamentos de geração de energia limpa para 

nossas casas e empresas.

Assim, poderemos reduzir custos e favorecer a redução da sobrecarga do sistema elétrico no


Brasil. Quem está conosco?

Vamos que vamos!

Juntos fazemos a diferença

.

Foto: Ota, uma cidade do Japão que já conta com mil casas utilizando energia solar.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Eficiência energética:




Sua empresa pode economizar muito mais além da redução do governo


:: Um aquecedor solar gasta R$ 0,0035 por litro de água aquecida, enquanto um aquecedor de gás R$ 0,64, e um chuveiro elétrico R$ 0,89.



:: Procure utilizar sistemas de aquecimento solar para alimentar chuveiros e torneiras de água quente em sua empresa.

Material gratuito
Cartilha Eficiência Energética: http://bit.ly/Kwdmil 

Legislação:
A MP nº 605/13, altera a Lei nº 10.438, de 26 de abril de 2002, na parte em que cria a Conta de Desenvolvimento Energético e estabelece seus objetivos. 

Já o Decreto nº 7891/13, regulamenta a Lei 12.783, de 11 de janeiro de 2013, que dispõe sobre as concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, sobre a redução dos encargos setoriais e sobre a modicidade tarifária.


Fonte: Sebrae/Mg
Imagem: http://sxc.hu/

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Energia Solar



O Brasil está a um passo de grandes mudanças no setor de energia elétrica. E não estamos falando do tema mais discutido em 2012, o reajuste das tarifas de energia com a renovação das concessões de empresas de geração e transmissão. Entrou em vigor no final do ano passado resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que facilita e estimula a geração descentralizada de energia no país. Com a medida, o consumidor já pode gerar energia solar em sua casa e obter descontos na conta de luz.
O potencial solar brasileiro é indiscutível. Dados do Atlas Solarimétrico, do Centro de Pesquisas de Eletricidade (Cepel), da Eletrobrás, mostram que o Brasil tem uma média anual de radiação global de até 2.300 kWh por metro quadrado. Se apenas 2% da área urbanizada fosse aproveitada para gerar eletricidade, toda a demanda brasileira poderia ser atendida. Estes números são significativos em tempos de preocupação com o baixo nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas e o uso de 10,5 mil MW de térmicas abastecidas por combustíveis fósseis, mais poluentes, para evitar a ameaça de apagões.
Do ponto de vista econômico, a EPE (Empresa de Pesquisa Energética) atesta que a energia solar já é competitiva em diversas regiões do país — em função da incidência de sol e da tarifa praticada pela concessionária local. Com a tendência de queda no custo de geração, a viabilidade pode atingir até 98% das moradias do país.
A opção de investir em um sistema fotovoltaico de R$ 9 mil, que forneça 150 kWh por mês a uma casa, mostra-se potencialmente mais rentável do que aplicar o dinheiro na poupança. A energia gerada pelo sistema abateria um valor entre R$ 30 e R$ 70 por mês, enquanto o rendimento desse valor na poupança renderia R$ 45. Estes números mostram que já estava na hora de uma regulamentação específica para a microgeração, em particular a energia solar.
A resolução da Aneel é um avanço nesta direção. Editada em abril de 2012, ela estabelece condições gerais para o acesso de micro e minigeração distribuída em sistemas de energia renovável e cria um sistema de compensação de energia elétrica.
A geração distribuída de energia renovável, além de significar economia no bolso do consumidor, é uma revolução em relação à geração centralizada tradicional. Ela tem potencial de reduzir perdas nas redes — atualmente entre 10% e 12% —, economizar investimentos em transmissão — o Brasil deve gastar R$ 36 bilhões em linhas de transmissão nos próximos dez anos —, melhorar a qualidade do serviço de energia elétrica no país e ainda contribui para tornar mais limpa e diversificada a matriz energética brasileira.
A energia solar fotovoltaica será beneficiada pela resolução da Aneel, especialmente após uma série de reveses. Em 2002, a geração solar foi preterida do Programa de Incentivo a Fontes Alternativas de Energia (Proinfa) e, em 2009, paralisada na Câmara dos Deputados.
As concessionárias, que já tiveram 240 dias para se adaptar às novas regras, devem viabilizar a conexão de sistemas de microgeração de consumidores residenciais (ou de outros setores) em um prazo entre 80 a cem dias. Em países em que a geração solar fotovoltaica é difundida, como Alemanha, Espanha, Itália e EUA, o desenvolvimento do setor deveu-se a políticas de incentivo análogas as do Brasil.
Este é o primeiro passo de uma série de medidas que podem colocar a energia solar em destaque na matriz elétrica, a exemplo do que vem acontecendo com a energia eólica nos últimos anos. Entre os próximos passos importantes estão informar o consumidor de que gerar energia em casa já é possível e criar linhas de crédito para que estes equipamentos possam ser financiados. Da perspectiva do mercado, outros pontos cruciais são a preparação e capacitação da mão de obra para a instalação e manutenção desses sistemas.
Essa resolução, portanto, permitirá ao Brasil diversificar sua geração de eletricidade, que ainda está muito apoiada no binômio das energias hidrelétrica e termelétrica.


Fonte:



segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

                                                                    Sustentabilidade no Mundo

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Prédios inteligentes, gestão eficiente.

   Fonte: Istoé Dinheiro A gestão inteligente de recursos naturais não faz apenas bem para a imagem das corporações, como também pode render dividendos financeiros. Um bom exemplo disso é a Petrobras.por Rosenildo Gomes Ferreira A gestão inteligente de recursos naturais não faz apenas bem para a imagem das corporações, como também pode render dividendos financeiros. Um bom exemplo disso é a Petrobras. A estatal estima reduzir em até R$ 12 milhões os gastos com a manutenção de suas diversas sedes administrativas no País. Trata-se de um montante 20% maior que o obtido em 2011 e será conseguido com iniciativas aparentemente simples. Confira:

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Energia Solar na Alemanha

50% da energia usada pela Alemanha é energia solar 06/12/2012 0 Comments


   A Alemanha bateu um recorde mundial respeitável na última semana: o país produziu 22 gigawatts de eletricidade por hora apenas com geradores solares – o equivalente a 20 usinas nucleares funcionando em capacidade total. Metade do que o país inteiro consome em energia pode agora ser fornecido apenas com energia renovável e limpa. Uma das maiores nações industriais do mundo foi capaz de suprir 1/3 das necessidades em um dia útil e quase metade em um sábado (dia em que muitas fábricas e escritórios não funcionam). Antes desse recorde ter sido alcançado a Alemanha já era líder mundial em fontes de energia renovável, utilizando-as em cerca de 20% de todo o seu consumo. “Nunca antes em lugar algum um país produziu tanta eletricidade fotovoltaica”, disse Norbert Allnoch, diretor do Instituto da Indústria de Energia Renovável (IWR) em Muenster, à Reuters. “A Alemanha chegou perto da marca de 20 gigawatts (GW) algumas vezes nas últimas semanas. Mas esta foi a primeira vez que a transferimos.” 22 gigawatts de energia solar por hora alimentaram a rede de eletricidade nacional, o que atendeu a cerca de 50% de todas as necessidades elétricas do país. Após o acidente nuclear que aconteceu em Fukushima, no Japão, no ano passado, a Alemanha decidiu fechar todas as suas usinas nucleares. Oito foram desativadas imediatamente e as nove que restaram serão fechadas até 2022. O projeto tem o objetivo de fazer o país funcionar basicamente com fontes renováveis de energia, como a eólica, solar e de biomassa. O país germânico tem sozinho quase a mesma capacidade de geração de energia solar do resto do mundo combinada. O objetivo também é reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 40%, até 2020.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

   Sebrae lança site que estimula compra e venda entre empresas As micro e pequenas empresas passaram a ter desde o último dia 23 um meio para divulgar compra e venda de produtos e serviços entre empresas de todo o país. Trata-se da Bolsa de Negócios, lançada pelo Sebrae Nacional, em parceria com a Brasileira de Comércio Eletrônico, com o objetivo de ser esse canal de divulgação, relacionamento e informação, motivando transações comerciais que irão acontecer fora do ambiente virtual. Qualquer empresa formalizada pode se cadastrar e utilizar o serviço, basta entrar no www.bolsa.sebrae.com.br. Além do público-alvo principal, a Bolsa também está aberta para médias e grandes empresas para que divulguem produtos e serviços que desejam comprar das micro e pequenas. A inscrição é composta por três etapas. Na primeira, as informações são a respeito da pessoa física, do empresário. Na segunda etapa, deve ser descrito o empreendimento e na última etapa é feito o termo de adesão da Bolsa de Negócios, e o empresário pode escolher receber boletins informativos e declarar alguns interesses para receber conteúdo personalizado. Os dados para contato com os parceiros encontrados serão disponibilizados, mas a consulta de preços dos produtos e serviços e a transação comercial deverão ser feitas fora do ambiente virtual. Para o analista do Sebrae Paraíba, Fábio Araújo, a maior vantagem para as empresas é a possibilidade de identificar oportunidades de compra e venda de produtos e serviços. “Através da Bolsa de Negócios as empresas quebram a barreira física, você sai do campo territorial de fornecedores e passa para um campo virtual. Não tem limites, a oferta é imensa.” Fonte: iParaiba